Pular para o conteúdo principal

CONVITE

Povos Indígenas de Goiás e Tocantins realizam em Palmas -TO a III Assembleia do GO/TO
III Assembleia dos Povos Indígenas dos Estados de Goiás e Tocantins
      Com o tema "Na Defesa dos Direitos Constitucionais dos Povos Indígenas, resistimos e denunciamos os impactos do MATOPIBA nos Territórios Tradicionais", a III Assembleia dos Povos Indígenas dos Estados de Goiás e Tocantins ocorre entre os dias 20 a 23 de junho, no Campus da Universidade Federal de Tocantins (UFT) em Palmas (TO).
      A atividade contará com diversos debates sobre a situação atual dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, com especial enfoque nos impactos do MATOPIBA sobre os territórios e o bioma do Cerrado.
      Na terça-feira (21), às 19h30min, ocorrerá o lançamento do filme Taego Ãwa, sobre a impressionante história de resistência do povo Avá-Canoeiro do Araguaia, atualmente em luta pela demarcação de seu território tradicional.
      Já para a tarde da quarta-feira (22) está programada uma caminhada em defesa do Cerrado e da Democracia, com concentração marcada para as 16h, em frente ao Colégio São Francisco, na Avenida JK. Confira nos vídeos:
Participe! 



















Palmas (TO), 18 de junho de 2016

Fonte: Conselho Indigenista Missionário-CIMI

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

1ª OFICINA DE ARTESANATO E SABERES TRADICIONAIS DO POVO APINAJÉ

1ª OFICINA DE ARTESANATO E SABERES TRADICIONAIS DO POVO APINAJÉ



Nos dias 10, 11 e 12 de outubro de 2012, foi realizado na aldeia Patizal terra indígena Apinajé, município de Tocantinópolis-TO, a 1ª Oficina de Artesanato e Saberes Tradicionais do Povo Apinajé. O evento teve a participação 80 pessoas, entre anciões, alunos, mulheres e professores.

A realização dessa oficina  teve a finalidade  propiciar um espaço social e cultural, onde os mais idosos, que são detentores de conhecimentos e saberes tradicionais, podem estar ensinando e repassando aos mas jovens, alguns conhecimentos e saberes do povo Apinajé.


Os participantes gostaram da ideia, e pediram que seja realizados mais vezes, (pelo menos uma vez por ano) essas oficinas. Essa primeira edição da oficina de artesanato, foi uma parceria da Associação União das Aldeias Apinajé-PEMPXÀ, com a Supervisão de Educação Indígena do MEC/DRE-Delegacia Regional de Ensino de Tocantinópolis-TO  e da FUNAI/CTL de Tocantinópolis e teve o apoio de CT…

EXTRATIVISMO DO BABAÇU NA TERRA INDÍGENA APINAJÉ

MULHERES APINAJÉ REALIZAM OFICINA SOBRE EXTRAÇÃO DO BABAÇU
Com a finalidade de multiplicar e transmitir conhecimentos, saberes e práticas sobre a extração e aproveitamento do coco babaçu aos mais jovens,nos dias 18 e 19 de dezembro de 2013, foi realizada na aldeia Areia Branca, no município de Tocantinópolis, Estado do Tocantins, 2ª etapa da Oficina das Mulheres Indígenas Apinajé Sobre A Extração e o Beneficiamento do Babaçu. O evento foi realizado pelas mulheres Apinajé, com apoio da CGETNO/FUNAI/BSB e CTL de Tocantinópolis (TO).  Ao menos 40 lideranças mulheres vindas de 18 aldeias participaram da oficina.        A 1ª etapa da Oficina de Intercâmbio Sobre a Extração e Beneficiamento do Babaçu, foi realizada nos dias na aldeia Mariazinha e contou com a participação de (3) três mulheres do MIQCB-Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu da cidade de São Miguel do Tocantins (TO), que vieram compartilhar com as mulheres Apinajé, suas experiências e práticas sobre as ativid…

CONHEÇA NOSSA HISTÓRIA E CULTURA

POVO APINAJÉ: CULTURA E RESISTÊNCIA NO NORTE DO TOCANTINS


 1.Pertencemos ao tronco linguístico Macro-Gê, família linguística Gê. A nossa população atual é de 2.187 pessoas, aproximadamente. Das 27 aldeias hoje existentes, a mais populosa é a Aldeia São José com 392 pessoas, seguida da aldeia Mariazinha com 280. Temos 4 aldeias (Abacaxi, Palmeiras, Bonito e Girassol) com mais de 100 habitantes e 21 aldeias com menos de 100 habitantes.
1.1 Breve Histórico do Contato             Os dados são de citações das publicações de Curt Nimuendajú, que esteve com o povo Apinajé nos anos 1928, 1930, 1931, 1932 e 1937, fazendo pesquisa etnográfica e empreendeu extensa pesquisa documental no Brasil e na Europa.
- O primeiro contato documentado dos Apinajé com não-indígenas foi em 1774: Antônio Luiz Tavares que viajava de Goiás para Belém, na Cachoeira das Três Barras, foi cercado pelos indígenas em canoas e por terra e teve que se entrincheirar em uma ilha. Em 1793, Thomas de Souza Villa Real, descendo …