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ORGANIZAÇÃO

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POVO APINAJÉ REALIZA VIII ASSEMBLEIA GERAL DA ASSOCIAÇÃO PEMPXÀ
           No período de 18 a 22 de setembro de 2017 realizamos na aldeia Irepxi a VIII Assembleia Geral da Associação Pempxà, que contou com as presenças de caciques, anciãos, mulheres, crianças, jovens, professores, estudantes (acadêmicos), Agentes de Saúde e demais lideranças, somando mais de 250 participantes.
           A exemplo de outras assembleias contamos (sempre) com as honrosas presenças desses parceiros e aliados da causa indígena, Dom Giovane Pereira de Melo e Pe. Miguel vieram representar a Diocese de Tocantinópolis, Laudovina Pereira e Eliane Franco Martins, compareceram representando a Pastoral Conselho Indigenista Missionário-CIMI e João Palmeiras veio de Augustinópolis -TO, representar a ONG, Alternativa para Pequena Agricultura do Tocantins APA-TO.

           O Centro de Trabalho de Indigenista - CTI e Associação Wyty Cate dos Povos Timbira de Maranhão e Tocantins, foram convidados mas não enviaram repre…

ASSEMBLEIA PEMPXÀ

POVO APINAJÉ PREPARA A 8ª ASSEMBLEIA GERAL ELETIVA DA ASSOCIAÇÃO UNIÃO DAS ALDEIAS APINAJÉ – PEMPXÁ, EVENTO SERÁ REALIZADO NO PERÍODO DE 17 A 21 DE SETEMBRO DE 2017
         A 8ª Assembleia Geral Eletiva da União das Aldeias Apinajé - Pempxà, está confirmada e será realizada no período de 17 a 21 na próxima semana. O evento acontecerá na aldeia Irepxi TI Apinajé, localizada à 45 km do núcleo urbano da cidade de Tocantinópolis - TO. Ao menos 200 pessoas, entre indígenas, (parceiros) instituições e não-índios que foram convidados e estão sendo esperados na assembleia.        Nesta assembleia debateremos as contradições da política indigenista que se agravaram no atual governo de Michel Temer, e o sucateamento e desmonte da FUNAI. Ressaltamos que a falta de fiscalização e proteção da TI, abre as portas para continuidade das invasões, práticas de crimes ambientais e outros ilícitos. Os conflitos e violências contra as pessoas e o patrimônio indígena estão se agravando nesta conjuntura.      …

O CERRADO RESISTE!

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“SE ESSES TERRITÓRIOS ESTIVESSEM COM OS FAZENDEIROS, ESSAS MATAS JÁ TINHAM ACABADO E ESSES RIBEIRÕES JÁ ESTAVAM SECOS E/OU POLUÍDOS”
       A partir de 2010 com a conclusão da UHE Estreito, temos monitorado a qualidade e a quantidade das águas do rio Tocantins e seus afluentes, especialmente as que nascem dentro da TI Apinajé. Nesse período observamos a gradativa e repentina diminuição do volume de águas das nascentes e ribeirões nos municípios de Tocantinópolis e Maurilandia, localizadas a jusante do barramento.
        Nos últimos 05 anos o rio Tocantins vêm sofrendo a maior crise hídrica e seca de sua história, em 2016 a travessia de balsa entre as cidades de Tocantinópolis - TO e Porto Franco - MA, foi totalmente interrompida por falta d’água. Pescadores e barqueiros da região afirmam que nunca viram o rio Tocantins nestas condições. Como se não bastasse todos os anos a região é intensamente castigada pelos incêndios nos campos e florestais, desastres que também contribui para degr…

JUSTIÇA

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» Notícias Por oito a zero, STF reafirma direitos originários dos povos indígenas Inserido por: Administrador em 16/08/2017.
Fonte da notícia:Assessoria de Comunicação do Cimi Compartilhar

Indígenas e quilombolas viraram a noite em vigília na Praça dos Três Poderes e acompanharam julgamento no STF. Foto: Guilherme Cavalli/Cimi Por Tiago Miotto, da Assessoria de Comunicação O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou improcedentes as Ações Civis Ordinárias (ACOs) 362 e 366, movidas pelo estado de Mato Grosso contra a União Federal e a Fundação Nacional do Índio (Funai), em função da demarcação de terras indígenas. A decisão, tomada na manhã desta quarta (16), reafirmou os direitos constitucionais dos povos originários e foi comemorada pelo movimento indígena. O estado de Mato Grosso sustentava que a União havia criado reservas indígenas sobre terras que pertenceriam ao estado e que não seriam de ocupação tradicional dos povos que nelas estão. Assim, a ACO 362 pedia indenização por áreas “devoluta…