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DOCUMENTO FINAL

Povo Apinajé realiza na aldeia São José, a 10ª Assembleia Geral da Associação Pempxà Nós caciques, conselheiros, jovens, mulheres, estudantes, anciãos e crianças do povo Apinajé, somando mais de 100 lideranças vindos de 46 aldeias, estivemos reunidos na 10ª Assembleia Geral da Associação União das Aldeias Apinajé-Pempxà, realizada na aldeia São José na zona rural do município de Tocantinópolis, no Norte de Tocantins, no período de 17 a 22 de janeiro de 2020.

Durante os 5 dias debatemos as questões internas de nosso povo e tratamos das políticas públicas, saúde, territorialidade e o Programa Básico Ambiental-PBA Timbira. Ainda analisamos a conjuntura política do pais; especialmente as propostas e Projetos do governo Bolsonaro de liberar as terras indígenas para arrendamentos, mineração e agronegócio.

Avaliamos como extremamente grave e perigosa a intenção e plano do governo de abrir as terras indígenas para exploração de empresas; agronegócio, mineração, arrendamentos, madeireiras e outra…
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MANIFESTO INDÍGENA

Raoni e 45 povos indígenas lançam manifesto pela vida
“Vou continuar até quando meu corpo resistir. Estamos unidos para defender o povo e a terra”, declarou Raoni, em entrevista à Amazônia Real
“Vou continuar até quando meu corpo resistir. Estamos unidos para defender o povo e a terra”, declarou Raoni, em entrevista à Amazônia Real. Crédito da foto: Kamikia Kisedje/Cobertura Colaborativa POR JULIANA ARINI, DA AGÊNCIA AMAZÔNIA REAL Por quatro dias, a aldeia Piaraçu, na Terra Indígena Capoto Jarina (MT), tornou-se o centro do mundo para 45 povos indígenas. Cerca de 600 lideranças indígenas protagonizaram um evento inédito em todo o país, o Encontro dos Povos Mebengokrê. No final do encontro, após quatro dias e muitos debates, os povos indígenas deram um exemplo a todo Brasil durante a construção do documento “Manifesto do Piaraçu das lideranças indígenas e caciques do Brasil”. O encontro foi idealizado pelo líder Kayapó Raoni, ou Raoni Metukire, em seu idioma materno, que mesmo com quase nov…

VIOLÊNCIA

Nota do Cimi: inquérito da PF sobre assassinato de Paulino Guajajara reforça ciclo de impunidade Ao reduzir o caso a um lamentável episódio de troca de tiros, investigação desconsidera uma longa história de violência e violações contra os Guajajara e seu território Paulo Paulino Guajajara, Guardião da Floresta assassinado na Terra Indígena Arariboia. Foto: Sarah Shenker/Survival International “Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão!” (Lc, 19-40) O Conselho Indigenista Missionário – Cimi vem a público repudiar a conclusão da Polícia Federal no inquérito cuja finalidade foi investigar a execução do indígena Paulo Paulino Guajajara e o ataque ao indígena Laércio Sousa Silva, baleado no braço, conforme divulgada pela imprensa. O fato ocorreu no dia 1º de novembro de 2019, no interior da Terra Indígena (TI) Araribóia, nas proximidades da aldeia Lagoa Comprida, a 86 km do município de Amarante do Maranhão. Conforme o relato feito pelo sobrevivente Laércio, os indígenas foram vítimas de…

AGROECOLOGIA

Durante o II Encontro e Troca de Sementes lideranças Apinajé, debateram aspectos do passado, do presente e o futuro das sementes tradicionais para a produção orgânica e a agroecologia

O II Encontro aconteceu na comunidade (indígena) Aldeinha, na zona rural do município de Tocantinópolis. Este II Encontro e Troca deSementes foi realizado com apoio das Prefeituras de Maurilândia, São Bento do Tocantins, FUNAI e Associação Pempxà. Ao menos 60 lideranças indígenas participaram desse Encontro, que contou ainda com participação de alunos e Professores da UFT Campus de Tocantinópolis, além da FUNAI/CTL, representada por João Batista da Silva Filho e Patrícia Moojen.
Os líderes debateram a importância das sementes crioulas para plantio e manutenção das roças tradicionais. Especialmente as mulheres Apinajé manifestaram muita preocupação com as perdas das sementes tradicionais que eram usadas antigamente pelos avós. Apesar dessas perdas, “ainda existem algumas variedades que guardamos e conservam…

VIOLÊNCIA

Em novo ataque a tiros, dois caciques Guajajara são mortos no MaranhãoNo ataque morreram dois caciques: Firmino Prexede Guajajara, de 45 anos, atingido por quatro disparos, e Raimundo Benício Guajajara, de 38 anos A imagem acima mostra o corpo do cacique Firmino Prexede Guajajara, de 45 anos, da aldeia Silvino. Crédito da foto: Mídia Índia POR ELAÍZE FARIAS, DA AGÊNCIA AMAZÔNIA REAL Manaus (AM) – Um grupo de indígenas do povo Guajajara foi atacado a tiros de revólver, por volta das 12h40 (horário de Brasília) deste sábado (07), enquanto percorria em motocicletas um trecho da rodovia BR-226 próximo à aldeia El Betel, na Terra Indígena Cana Brava, no município de Jenipapo dos Vieiras, no Maranhão. No ataque morreram dois caciques: Firmino Prexede Guajajara, de 45 anos, da aldeia Silvino (TI Cana Brava), atingido por quatro disparos, e Raimundo Benício Guajajara, de 38 anos, da aldeia Decente, Terra Indígena Lagoa Comprida, segundo informou a liderança Magno Guajajara à agência Amazônia Real