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Mostrando postagens de 2019

PBA TIMBIRA

A UHE Estreito: a execução do Programa Básico Ambiental PBA-Timbira na TI. Apinajé
A hidrelétrica de Estreito está localizado nos municípios de Estreito Maranhão e Aguiarnópolis no Tocantins e foi construída pelo Consórcio Estreito Energia-CESTE, composto pelas empresas GDF Suez-Tractebel Energia, Alcoa Alumínio S/A, Vale S/A e Camargo Correia. Foram investidos 5 bilhões de reais no empreendimento, e a energia gerada pela UHE Estreito atende especialmente as demandas do Projeto Siderúrgico Grande Carajás, localizado no Estado do Pará e Maranhão.
O empreendimento hidroelétrico afetou áreas de Cerrado e floresta amazônica no Norte de Tocantins e Sul do Maranhão. A região faz parte da Amazônia legal, sendo ainda fortemente impactada pelas rodovias Belém-Brasília, Transamazônica (BR 230), TO 126, e pela Ferrovia Norte-Sul, ainda existe a proposta de implantação da hidrovia Araguaia-Tocantins e da hidrelétrica de Marabá. Após a implantação da UHE Estreito, extensas áreas de Cerrado no entorn…

AGROECOLOGIA

CIMI, Cáritas e Prefeituras apoiam pequenos projetos Agroecológicos em aldeias na TI Apinajé

Em 2018 um projeto da Cáritas Brasileira apoiou a implantação de uma roça de mandioca, macaxeira e milho na aldeia Cocalinho.  O projeto de roça tradicional também teve apoio do Conselho Indigenista Missionário-CIMI, Regional GOTO. Esse projeto visa ajudar na afirmação e segurança alimentar das famílias indígenas que encontram se nesta aldeia Apinajé, localizada na zona rural do município de Cachoeirinha, no Norte de Tocantins.
O Conselho Indigenista Missionário- CIMI, regional Goiás e Tocantins, outra entidade vinculada a CNBB vem apoiando ainda outros projetos de apoio a segurança alimentar na Terra Indígena Apinajé. Neste mês de setembro uma pequena ‘Casa de Farinha’ artesanal está sendo concluída na aldeia Cocalinho. A implantação desse projeto teve início em julho de deste ano. Esse pequeno Projeto é importante pra melhorar e facilitar o processo de fabricação de farinha de mandioca e extra…

CIMI

XXIII Assembleia Geral do Cimi elege novo secretariado e divulga documento final Assembleia Geral do Cimi chega ao fim com prioridades definidas e missionários e missionárias motivados Da esquerda para a direita: dom Roque (presidente), Irmã Lúcia (vice-presidente) e Antônio Eduardo C. Oliveira (secretário executivo). Crédito da foto: Tiago Miotto/Cimi POR ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO – CIMI Dom Roque Paloschi, arcebispo de Porto Velho (RO), foi reconduzido à missão de presidir o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) pelos próximos quatro anos. Os delegados e delegadas da XXIII Assembleia Geral da entidade, que se encerrou na manhã desta sexta-feira (13), elegeram também a nova vice-presidente, Lúcia Gianesini, e o novo secretário executivo, Antônio Eduardo C. Oliveira. “Me coloco novamente a serviço do Cimi na perspectiva da solidariedade e do compromisso com a causa indígena”, disse dom Roque Paloschi. Para o presidente reeleito do Cimi, o testemunho deve falar mais do que as palavras. “T…

MEIO AMBIENTE

Focos de incêndio em terras indígenas aumentaram 88% em 2019


Focos de incêndio em terras indígenas aumentaram 88% em 2019
Entre janeiro e agosto, aumento dos focos de incêndio em terras indígenas supera crescimento em nível nacional
 Entre janeiro e agosto deste ano houve um aumento de 88% em focos de incêndio nas terras indígenas do Brasil, se comparado com o mesmo período de 2018. O aumento de focos de calor em terras indígenas, levantado a partir de dados do Instituto de Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), é ainda maior que o crescimento total de focos de calor registrados no país, que nesse mesmo período subiu 71%.

Foram registrados, entre janeiro e agosto de 2019, 9078 focos de incêndio em 274 terras indígenas. No mesmo período de 2018, os focos de calor registrados em terras indígenas chegaram a 4827. Além do aumento no número total de focos, o número de terras afetadas também aumentou, passando de 231 terras indígenas, em 2018, para 274, em 2019 – um aumento de 18,6%.


Só neste …

CERRADO

No Dia Nacional do Cerrado, petição com mais de meio milhão de assinaturas será entregue no Congresso Nacional Campanha Nacional em Defesa do Cerrado busca aprovação da PEC 504/2010, que transforma Cerrado e Caatinga em Patrimônio Nacional Arte: Campanha Nacional em Defesa do Cerrado POR CAMPANHA NACIONAL EM DEFESA DO CERRADO Na próxima quarta-feira (11/09), Dia Nacional do Cerrado, serão entregues no Congresso Nacional as mais de 560 mil assinaturas da petição pública pela aprovação da PEC 504/2010, que transforma o Cerrado e a Caatinga em Patrimônio Nacional. O ato será realizado durante seminário que marca a abertura do IX Encontro e Feira dos Povos do Cerrado. Com o objetivo de combater o desmatamento e contribuir para a preservação dos povos e modos de vida desses biomas, a Campanha Nacional em Defesa do Cerrado recolhe assinaturas desde 2016 para pressionar a Câmara dos Deputados a votar pela aprovação desta lei. Para Isolete Wichinieski, uma das coordenadoras da Comissão Pastoral da…